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quarta-feira, 27 de junho de 2018

HISTÓRIA DA ASSEMBLEIA DE DEUS NO AMAPÁ (Revista de EBD)

Há 101 anos nascia a Assembleia de Deus no Amapá, a primeira igreja evangélica amapaense, fundada pela iniciativa pioneira e determinada de um pequeno grupo em 27/06/1917, em culto presidido pelo pastor Manoel José de Matos Caravela. História com desdobramentos abençoados, que servem hoje de inspiração para a congregação estabelecida, estudada em Revista de Escola Dominical no ano passado. A edição é valorosa no resgate histórico, com várias ilustrações do contexto.

Lições estudadas
01) Como tudo começou
02) O poder de uma visita
03) A fundação da igreja no Amapá
04) Os primeiros pastores fixos
05) O 1º templo é construído
06) As décadas da consolidação
07) A caminho do interior
08) A igreja cresce pelos departamentos
09) Os jubileus: Prata, Ouro e Diamante
10) Heróis anônimos
11) O legado da família Alencar
12) A igreja mãe e suas filhas ministeriais
13) A geração do centenário

Na elaboração, a supervisão editorial foi feita pelo Pr. Oton Miranda de Alencar e os comentários pelo Pr. Besaliel Rodrigues, que presidiu uma comissão histórica, entre membros e apoiadores, composta por: Gedielson Oliveira, Áurea Tito, Leiliane Bruce, Kelly Rodrigues, Cláudio Roberto, Carlos Laerte, Mércia Vanessa, Anderson Oliveira, Iaci Pelaes, Gesiel Oliveira, Odete Penafort e Aroldo Vasconcelos.

Mais informações sobre a igreja em

segunda-feira, 18 de junho de 2018

HISTÓRIA DA ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

Mais um ano se completa na história da Igreja Assembleia de Deus no Brasil, iniciada em 18 de Junho de 1911, em Belém do Pará. Não sou defensor de placas, pois a mensagem evangelizadora de Cristo é a origem de tudo, para todos que o anunciem. Portanto, no caminho que trilhamos, cuidemos que expresse seu ensino (alicerçado na Bíblia Sagrada), seu amor e sua presença. Esta é sua igreja, que pode ser chamada de diferentes nomes, mas é apenas uma em Jesus Cristo.
Voltando a atenção para parte de seu rebanho, que se chama por Assembleia de Deus, esse vídeo conta um pouco da história que completa hoje 107 anos. História com percalços difíceis, abnegação e lutas dramáticas e heroicas para cumprimento do IDE de Jesus. Sei que há bons e maus testemunhos, coisa do homem em suas escolhas pessoais. O que nunca muda é o Senhor em seu desejo de comunhão com todos.
Graças por ser possível viver nessa benção! Graças pelo Evangelho que se anuncia! Graças pela oportunidade nessas coisas na Assembleia de Deus! Graças por sua história! Parabéns aos irmãos assembleianos nesse dia de recordações!


O vídeo foi elaborado pelo Pastor Luciano Alexandre, publicado em sua página no YouTube, contando a história da Assembleia de Deus no Brasil em seus primeiros anos.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

"O Peregrino" e "A Peregrina" (John Bunyan, século XVII)

Você já ouviu falar sobre esses dois livros? Te convido para conhecê-los!

O Peregrino
Li algumas vezes (a primeira em 1990, de uma vez só) e à cada leitura há incentivo e edificação na vida cristã. Foi publicado em 1678 e tem atravessado os séculos com mensagem atual e instigante, transformando-se em um dos mais conhecidos clássicos no meio cristão.
A caracterização é o anuncio do Evangelho através de uma parábola sobre o significado de ser cristão, tendo riqueza de detalhes em aspectos corriqueiros nessa jornada. Mostra ensinamentos bíblicos referentes à situações diversas (como a Porta e Caminho Estreitos, o Vale da sombra da morte e a Armadura de Deus) e personagens que se encontra nesse caminho ou que estamos sujeitos a nos tornar (o Cristão, o Vacilante, o Fiel, o Sábio-segundo-o-mundo, entre outros).
A história nasceu de um sonho quando o autor estava encarcerado por perseguição na Inglaterra, em razão da pregação do Evangelho.
Algumas considerações, para concordar ou não...
Na jornada do Cristão, entre os três peregrinos que chegaram à Cidade Celestial (Cristão, Fiel e Esperança) o que mostrou maior maturidade em sua vida, na minha visão, foi o Fiel. A receptividade ao Evangelho, zelo e postura parecem mais consistentes. É como uma pessoa que recebe o Senhor com muito ardor e segue nesse caminho com a chama do primeiro amor sempre acesa. Foi o único martirizado na história (talvez apenas ele suportasse essa tribulação com fé em Cristo naquele momento, o que se deseja evidenciar como exemplo de perseverança).
Cristão é um pouco débil e tem crescimento lento (mas contínuo), aprendendo com seus erros também. Passa a imagem de uma pessoa que quer seguir a Cristo, mas é cheia de fraquezas em pontos que vão aos poucos sendo fortalecidos e trabalhados por Deus. É decidido, o que é essencial para esse processo. Ao longo da jornada percebemos seu crescimento, que foi do Pântano da Dúvida (onde tinha só uma noção superficial do Evangelho) ao enfrentamento de feroz inimigo como o Apolião (tendo tomado posse das ferramentas que o Senhor ensinou em sua Palavra, antes desconhecidas, quando vivia algo superficial e de aparências na cristandade).
Já o Esperança é alguém que canaliza tudo para o Senhor, sendo bastante emotivo. Parece o mais sentimental e isso pode ser um perigo como guia, pois na vida cristã a determinação não pode se firmar apenas na emoção, precisando, às vezes, de uma decisão árdua e resoluta. Por isso ele e Cristão caminharam juntos para a cidade, fortalecendo-se mutuamente nas horas mais difíceis. Comunhão é importante e precisamos desenvolver com a igreja.
Muitos personagens são descritos e vou deixar em registro o Loquaz, a Sensualidade, o Interesse-próprio e o Sábio-segundo-o-mundo, que rotineiramente encontrarmos. Podemos ceder a seus conselhos e nos transformar neles facilmente quando não há vigilância. Representam a hipocrisia, a entrega ao prazer fora dos propósitos divinos, o egoísmo e a rejeição à Palavra de Deus.
Com certeza tem muito mais coisas para serem reveladas. Isso foi uma interpretação minha, como você vai ter as suas pós leitura.

A Peregrina
Novidade que descobri à pouco tempo e foi a segunda vez que li. Fala da esposa do Cristão, que tinha decidido não trilhar o caminho do Evangelho e permanecer na Cidade da Destruição. Não tem a diversidade de personagens ou situações do primeiro livro, mas apresenta peculiaridades que só agora comecei a notar.
Um diferencial legal é que a caminhada é ao lado dos parentes (os filhos), trazendo a percepção de vida familiar. O Peregrino concentra-se na individualidade, enquanto essa obra mostra um sentido de comunidade na vivência cristã. Além dos quatro filhos, o grupo vai crescendo com outros membros, que são diferenciados, mas todos peregrinos no mesmo propósito. São eles: Grande-Coração, Firmeza, Misericórdia, Valente-pela-Palavra, Integridade, Mente-Fraca, Quase-Desistindo, Desalento e Excessiva-Timidez. 
A questão de vida familiar e irmandade se fortalece no seguinte: Cristã estava viúva e a personagem Grande-Coração lembra e projeta a figura do pai (até então ausente). Tive essa sensação, pois assemelha-se ao que ensina as Sagradas Escrituras na abordagem da família. Ele ama a cada um indistintamente, cuida, protege, ajuda, aconselha, caminha dando exemplo e é uma referência.
A vida familiar se revela também nas dificuldades que Cristã passou com os filhos (como o jovem que ficou doente por não ter vigilância ou experiência em algo atrativo no caminho, sendo seduzido... e qual pai não está sujeito a sofrer pelos filhos em suas más escolhas), sendo amparado e fortalecido nesse momento de fraqueza. A história tem também casamento, peregrinando o caminho. Não lhe parece que valoriza e ensina sobre família?
A questão comunitária tem seus aspectos ressaltados, afinal, é um tipo de família também.  Quando li O Peregrino fiquei pensando se algumas daquelas personagens negativas, encontradas ao longo caminho, não poderiam ser transformadas, pois Cristão era um homem em suas características próprias, positivas ou não, sendo trabalhado por Deus para crescimento na fé. Outros não poderiam enveredar nisso com suas fraquezas? Sim e acompanharam Cristão por um tempo, mas desistiram e entregaram os pontos firmados em conceitos pessoais, de maneira que apenas Cristão, Fiel e Esperança (todos peregrinos no caminho em Cristo) atingiram o objetivo.
A Peregrina mostra o que desejei ver, pessoas que em suas debilidades permaneceram no caminho em busca do objetivo, mas para isso contando com a ajuda fundamental dos outros peregrinos. De início eram os últimos na marcha, mas Grande-Coração os trouxe para perto de si e auxiliava a cada um em suas debilidades. As lutas comuns na espiritualidade foram vencidas por todos. Qual a razão disso? Auxílio, ajuda, comunhão... com Cristo e com a igreja.
Peculiaridades do livro:
- Há uma personagem no caminho chamado Timorato (presente também no outro). Minha observação em relação a ela é a necessidade de atualização da linguagem. Nunca tinha topado com essa palavra e na busca do significado descobri que exprime receio ou medo, covardia. Então é um medroso em seu contexto, o que tem que ser traduzido para o leitor.
- Misericórdia foi uma jovem que iniciou a jornada junto com Cristã. Ela é muito sentimental e até receosa, mas deixou um exemplo de confiança no Senhor antes de se deixar dominar por seus medos. Clamemos a misericórdia de Deus e perseveremos. Foi o que fez. A vitória nos propósitos de Deus é certa! Ah, não poderia deixar de registrar que Misericórdia casou com um dos filhos de Cristã e essa amizade lembra Noemi e Rute.
- Que felicidade ver que Mente-Fraca e outros com nomes nada nobres alcançaram o objetivo! Pensei que tinham desistido, pois em vários momentos não são focados pelo narrador e depois surgem de novo, com suas debilidades mas contínuos. Ressalto que, apesar do nome, coisa que os estereotipou, foram transformados e persistiam. Assim, foram vitoriosos quando carregavam um fardo que os estimulava à desistência, designando-os derrotados. Era algo que os caracterizava e como ficaram conhecidos na vida pregressa, porém, com Cristo, isso não se tornou em âncora nas suas vidas. A comunhão e auxílio que receberam e viveram foram fundamentais. 
Novamente vale o registro, a obra vai além do que apresentei.

Livros edificantes ao coração.

sexta-feira, 30 de março de 2018

Vou seguir (Cassiane)


VOU SEGUIR
Se você já pensou em desistir
Tenha fé e não pare de sorrir
Você vai ver que o inimigo não vai entender
Que o crente até mesmo chorando
Ele canta porque: Se chorar, chora nos pés do Senhor
Tem Jesus como o seu Consolador
Teu sofrer uma noite até pode durar
Mas o crente sabe que a vitória vem pela manhã

Então cante assim: 
Vou seguir os passos de Jesus
Vou levar comigo a minha cruz
Se espinhos ferem os meus pés
Eu vou descansar nos braços de Jesus
Quando o crente está firme nos pés do Senhor
Ele passa pela prova cantando louvor
O inimigo se levanta, mas tem que cair
O crente não deixa a cruz, mas leva até o fim
Se cair mil ao seu lado, ele não cede não
Sempre está protegido por um batalhão
Deus dá ordens aos Seus anjos para proteger

Bem guardado desse jeito desistir por que?
Esta canção faz parte do álbum Para Sempre da cantora Cassiane
lançado em 1998 pela MK Music.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Não é tarde demais (Voz da Verdade)

Um louvor que emociona e inspira na busca de superações e renovação em Jesus Cristo, lançado em 1993 pelo Grupo Voz da Verdade.
Feliz Ano Novo! Que a bênção do Senhor esteja sobre todos nós na graça e paz.  Obrigado por sua companhia. Gratidão a Deus por tudo. 


Quando tudo parece perdido
E o mal é solidão
Quando há crise no caminho
Sem se ter a solução
 Quando te faltarem forças, pra viver e pra lutar
Quando você diz pra si mesmo, que é tarde demais
Não é tarde demais, pra quem crê em Jesus
No momento difícil, sentirás suas mãos
Não é tarde demais, você pode ser feliz
Há um caminho seguro, que Bíblia nos diz
Um caminho de paz, um caminho de luz
Um caminho aberto, que é Cristo Jesus
Com Jesus não há crise, pois a vida nele está
Não é tarde demais, você pode ser feliz.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Bíblia do Centenário da Assembleia de Deus do Amapá (2017)

"Três gerações são passadas. Após 40 anos de ministério coloco-me na terceira geração de pastores da Assembleia de Deus no Brasil. Só pela divina graça do Senhor, aprouve a Deus reservar-me essa sublime graça de ser o pastor da Igreja Assembleia de Deus em Macapá - A Pioneira, no seu centenário.
O cajado que José de Mattos passou em 1917, gasto pelo tempo está, mas não na sua eficácia e poder. Flávio Monteiro o empunhou e passou a João Alves, este entregou a Deocleciano Cabralzinho de Assis. Deocleciano entregou o cajado a Vicente Rego Barros e este a Ananias Gomes da Silva. Ananias entregou a Otoniel Alves de Alencar, que passou o cajado a Oton Miranda de Alencar.
Após 100 anos, talvez não temos uma igreja que os pioneiros sonharam, mas uma igreja que pretendíamos sedimentar, sem nos descurar da evangelização e de fazer discípulos. No decorrer desse centenário, vimos muitas organizações multinacionais falirem. Empresas ditas sólidas desapareceram. Todavia, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus - A Pioneira rompeu os anos e completa um século de existência no Amapá, para a glória do Deus Altíssimo.
Que essa Bíblia seja guardada para os filhos e netos, como testemunha e lembrança dos 100 anos da Assembleia de Deus em Macapá."

PR. OTON MIRANDA DE ALENCAR
(Texto de Apresentação da Bíblia)

Na noite de 03/10/2017, em Macapá, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus - A Pioneira alcançou mais uma bênção na celebração de seu centenário. Com muita satisfação tivemos o lançamento da Bíblia comemorativa sobre a trajetória da igreja nestes cem anos.
O evento ocorreu no templo central e o encarte especial foi preparado por uma comissão de história, com texto sucinto, valorizando aspectos de destaque e fotos interessantes e inéditas para a comunidade conhecer.
Entre as históricas referências: 

- A evangelização por Clímaco Bueno Aza, realizada nesta terra com disposição heroica ante a perseguição que sofrera em 1916, onde arbitrariamente foi preso e teve as Bíblias e literatura que trazia confiscadas e queimadas;
- O relato do primeiro culto, ministrado pelo Pr José de Mattos Caravela, com o registro dos primeiros membros da igreja em Macapá;
- O batismo pentecostal de Raimunda Paula de Araújo, uma história inusitada e extraordinária pelo testemunho do judeu Leão Zagury
- Os primeiros pastores fixos, a partir da década de 1940;
- A relação dos presidentes e o pastorado de Otoniel e Oton Alencar, onde a igreja consolidou seus departamentos e se expandiu pelo Amapá há 53 anos. 
A data do lançamento foi também na data de aniversário do centenário do saudoso Pr Otoniel Alencar.
O que mais gostei foi do acervo fotográfico, especialmente da fotografia do primeiro barracão onde se instalou a congregação. Algo inédito e que, até então, despertava minha curiosidade, pois é um período de grande perseguição e perseverança na igreja, quando funcionava em condições muito humildes e sem pastores fixos, contando com a importante liderança local de Graciliano Picanço e Paulo Araujo.
Um gostinho para os irmãos, a página 23.
A edição é na versão João Ferreira de Almeida - Revista e Corrigida, que historicamente e tradicionalmente é a de maior uso na Assembleia de Deus.

Graças a Deus por toda bênção e conquista nestes cem anos! Gratidão pela oportunidade de viver o centenário! Parabéns aos irmãos que trabalharam para que se operasse essa providência divina.
A equipe da Comissão de História do Centenário foi composta por: Besaliel Rodrigues, Gedielson Oliveira, Aurea Tito, Leiliane Bruce, Kelly Rodrigues, Cláudio Roberto, Carlos Laerte, Mércia Vanessa e Anderson Oliveira, contando também com apoiadores em diferentes campos.

Um registro final. Hoje (31/10/2017) celebramos os 500 anos da Reforma Protestante. Graças também a essa disposição temos a oportunidade de ter uma Bíblia Sagrada, como essa, em mãos para abençoada leitura e estudo.

Deus seja louvado!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Pregador Luo (Único Incomparável)


Pregador Luo (Único Incomparável)

Cante isso para Deus
Cante para pessoa que você ama
Ou melhor ainda
Cante para ambos

Sem você meu mundo é triste
Sem você minha alma desiste
Sem você eu me sinto perdido no mundo de solidão
Onde os rostos são estranhos e me dizem não
A vida muda de peso e eu me sinto um indefeso
Igual um afogado que não soube nadar
Apenas dois pulmões sofrendo com falta de ar
E onde quer que eu passa sua voz não escapa
Fica estreito pra mim difícil pode é suportar
Sua ausência neste mundo seria um horror
Mas porque tu tá aqui eu acredito no amor

Pra mim você é único incomparável
É porque você existe que eu não me acabo
A sua companhia é boa e agradável
Sem você a minha vida seria insuportável

Pra mim você é único incomparável
Único, único incomparável
Único, único incomparável

Sempre que eu penso que você também me ama
Minha alma desencana e toda culpa vai embora
É por isso que meu simples coração te adora
Sempre cuidou das minhas feridas
Sempre cuidou de toda minha vida
Sempre me cercou nunca parou de me guardar
E toda vez que eu erro consegue me perdoar
Eu nunca conheci ninguém que fosse assim
Tão bom e tão gentil como você é pra mim
Nosso amor teve começo mas nunca vai ter fim

Pra mim você é único incomparável
É porque você existe que eu não me acabo
A sua companhia é boa e agradável
Sem você a minha vida seria insuportável

Pra mim você é único incomparável
Único, único incomparável
Único, único incomparável

Incomparável és pra mim
Minha história de amor com você não tem fim
Se estou triste, doente ou cansado
Sua mão toca meu rosto e eu fico curado
Amor da minha vida meu bem inigualável
Você pra mim é tudo único incomparável

Por sua causa eu atravessei atmosfera
Por sua causa eu desci até o centro da terra
Peguei de volta a chave da vida e te devolvi
E ninguém vai apagar a chama que eu próprio acendi
Por amor, foi por amor somente por amor

Pra mim você é único incomparável
É porque você existe que eu não me acabo
A sua companhia é boa e agradável
Sem você a minha vida seria insuportável

Pra mim você é único incomparável
Único, único incomparável
Único, único incomparável

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Bíblia do Centenário da Assembleia de Deus de Capanema - PA (2016)

Vi essa Bíblia Comemorativa com um amigo na Escola Bíblica Dominical (EBD), sobre o Centenário da Assembleia de Deus de Capanema, e imediatamente fiquei com vontade de conhecer a história. É uma edição bonita, publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil, com o diferencial de um encarte especial totalizando 28 páginas com informações históricas.  
Capanema é um município paraense, com população próxima de 70 mil habitantes, onde a Igreja Assembleia de Deus foi fundada em 03 de Março de 1916
A leitura foi realizada em paralelo com a história do assembleianismo no Amapá, que teve sua primeira congregação em 1917, tendo em comum alguns evangelistas e pastores.


Nos textos iniciais, pontos rotineiros no estudo de todas as congregações assembleianas:
- A visão sobre o avivamento pentecostal norte-americano no início do século XX (sob a liderança do pastor Charles Fox, em Topeka - kansas);  
- O movimento pentecostal em Los Angeles na rua Azusa (com o pastor Willian Seymour); 
- A história dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg na jornada peculiar e extraordinária à Belém do Pará em 1910 (que resultou na fundação da Assembleia de Deus no ano seguinte, como denominação evangélica).  
As particularidades da AD Capanema iniciaram na década de 1910, quando foi visitada por colportores como Daniel Berg e Clímaco Bueno Aza no trabalho evangelístico que faziam nas comunidades de entorno da estrada de ferro Belém-Bragança. O texto cita o ano de 1912 como uma das datas de passagem evangelística, mas a fundação da congregação em Capanema foi oficializada com o estabelecimento do primeiro pastor, Isidoro Saldanha, em 1916.
Esses pontos são parecidos ao caminhar assembleiano no Amapá, que teve a visitação evangelística de Clímaco Bueno Aza em 1916 e a fundação congregacional em 1917 com a oficialização do primeiro culto e batismos.  
A consolidação, porém, da AD em Capanema foi mais rápida e dinâmica que em Macapá, pois os pastores residiam no lugar e o primeiro templo foi inaugurado em 1921, facilitando a organização de ministérios como o Coral e Círculo de Oração. 
Em minha cidade, Macapá, por uma série de fatores, como o isolamento e dificuldade de acesso, a organização foi a passos mais lentos. Os primeiros pastores fixos se estabeleceram na década de 1940, o primeiro templo de alvenaria foi inaugurado em 1958 e a maioria dos departamentos na igreja foram organizados a partir de 1962, com a chegada do pastor Otoniel Alencar.  
O encarte traz também fotos de várias congregações de Capanema e a lista em ordem sequencial de todos os pastores da igreja pioneira, com breve histórico. 
Além do Evangelista Clímaco Bueno Aza (colportor) e Daniel Berg (que realizou visitas e batismos em minha cidade), outro missionário que tivemos em comum foi o pastor Deocleociano Cabralzinho de Assis, que presidiu a AD em Capanema em dois momentos (o intervalo foi o estabelecimento em Macapá, onde lançou a pedra fundamental para a construção do primeiro templo de alvenaria em 1948).
Gosto de estudar essas histórias especialmente quando se desenrolam no nível de curiosidades e esse foi o ponto que senti falta no encarte. Em nossa congregação, por exemplo, temos o registro dos primeiros novos convertidos, data e peculiaridades dos primeiros batismos nas águas e no Espírito Santo, e histórias atípicas edificantes para serem conhecidas pelas novas gerações (como a jornada do evangelista Clímaco Bueno Aza para aportar nessas bandas, a prisão que lhe impuseram, a reação do padre local mandando destruir as Bíblias e literatura evangelística, e o testemunho de um judeu ao ver o batismo de uma irmã no Espírito Santo em 1917). Gostaria de ver temperos como esses, de valorização à informalidades históricas no encarte. Acredito que a congregação em Capanema deva ter relatos extraordinários também.
Obviamente, conferi somente o encarte. Esse ano estou fazendo a leitura bíblica na edição com a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Não sei se a Bíblia Comemorativa de Capanema foi nas versões Corrigida e Atualizada de João Ferreira de Almeida. Essa que chegou em minhas mãos é na caracterização Atualizada em letra gigante (minha preferida também).
 
Ah, estou na expectativa do lançamento da Bíblia Comemorativa do Centenário da Assembleia de Deus no Amapá. Está quase saindo, e eu na vontade crescente de dar aquela saboreada...  

Parabéns aos irmãos de Capanema pelo abençoado Centenário! E todos nós, aproveitemos a boa oportunidade e bem-aventurança de ler, conhecer, aprender e viver a Palavra do Senhor através das Sagradas Escrituras. 
Graças a Deus por tudo!

  

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Luna Castelo : )

Sobrinha querida! Deus abençoe sua vida!



Cumpra-se em nós o que diz o

Salmo 23:1
"O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará."

terça-feira, 18 de julho de 2017

Assembleia de Deus: Cem anos de transformações espirituais e sociais no Amapá (Francisco Sena - ORG, 2017)

Obra preciosa, disponibilizando referencial histórico pouco difundido e, em termos gerais, desconhecido pelo povo amapaense. A abordagem apresenta pesquisa sobre o Centenário da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amapá, tema tratado também em valorosas publicações recém lançadas, mas com diferencial de resgate histórico da trajetória do catolicismo e de outras denominações evangélicas no estado após o pioneirismo assembleiano.
Os autores, pesquisadores vinculados à FATECH - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas, traçaram um panorama que permite a percepção da igreja em sua ação na Amazônia e Amapá, ressaltando fases, principais pontos relacionados a elas e atual situação do "assembleianismo" amapaense. Aspectos que se organizam em quatro artigos de maneira sucinta, tendo riqueza e ineditismo de informações, principalmente para a classe estudantil.

Título: Assembleia de Deus:
           Cem anos de transformações espirituais e sociais no Amapá
Autores: Francisco Maurício de Sena Júnior (ORG)
               Ezer Belo das Chagas
               Edna Pasini das Chagas
               Falbert Maurício de Sena
               Fredson Maurício de Sena
               Flábio Sena
Editora: Tarso
Páginas: 59
Ano: 2017

Breve História da Igreja Católica no Amapá é o primeiro momento e o que chamou minha atenção foram as considerações sobre a ação missionária na Amazônia, marcada pela expulsão dos jesuítas na metade do século XVIII. Nas considerações essa ação deixou as missões suscetíveis à incorporação de tradições, ritos e festejos até então não oficializados no catolicismo, mas aceitáveis na adesão popular (o livro não cita, mas me veio como exemplo a visão sobre a Festa em Mazagão ou o reconhecimento de santos vindos do apelo popular, que em determinado momento ultrapassaram uma hierarquia administrativa e se estabeleceram).
Outros aspectos importantes foram: a oficialização do catolicismo como religião do país entre as constituições de 1824 e 1891 (criando raízes para conflitos que se estabeleceram na visão sobre outros credos, pela mentalidade sobre o permissivo e subversivo, transmitida de forma tradicional entre as gerações); o engajamento nas causas sociais (para muitos, em termos práticos, criou imagem de fusão entre poder governamental e autoridade religiosa); e a reformulação dinamizada pelo Movimento Carismático.
Em Macapá, destaque para a Igreja de São José (o prédio mais antigo da cidade, de 1861), os conflitos com a chegada dos primeiros missionários evangélicos e a história do estabelecimento do Círio de Nazaré.

Em Breve História das Igrejas Evangélicas no Amapá é apresentado o pioneirismo dos missionários  da Assembleia de Deus, algo que tem sido estudado em maior destaque esse ano, por isso o que me instigou mais nesse artigo foram informações sobre o início de outras denominações evangélicas (como os Presbiterianos nos anos 40 e Batistas nos anos 50). Desse ponto em diante o foco do livro é voltado apenas aos assembleianos e, a exemplo do que aconteceu em outras partes do Brasil e em histórias do início da denominação, vemos também dissensões entre os líderes no Amapá na trajetória da igreja, gerando separações. Fato decorrente de desacordos ministeriais que deram origem a duas convenções estaduais de pastores: a CEMEADAP (Convenção Estadual dos Ministros das Assembleias de Deus no Amapá)  e UFIADAP (União Fraternal das Igrejas Assembleia de Deus no Amapá), que tem suas histórias contadas em aspectos, embora conflituosos e nessa caracterização nada bonitos, de importância para estudos.

As transformações na Assembleia de Deus é o terceiro artigo e dos mais interessantes no livro, por mostrar a identidade atual dos assembleianos no Amapá. Duas coisas se destacam: a educação teológica de cunho acadêmico valorizada e incentivada entre os líderes, e a admissão de pastoras no ministério. Esses aspectos se ressaltaram na convenção de ministros ligados principalmente à UFIADAP que, ao lado de outra convenção de pastores do Distrito Federal (no parecer do livro) são as únicas que fazem a consagração de pastoras no ministério da Igreja Assembleia de Deus no país. Temos congregações amapaenses que são lideradas por pastoras e é ressaltado que a aceitação é grande, apesar de conservadorismo ainda presente.
O capítulo tem uma parte também interessante sobre a participação de mulheres nos relatos bíblicos do Novo Testamento. Deixo em registro as profetizas filhas de Felipe (Atos 21:8-9), a docência na igreja de Priscila (Atos 18:26) e o trabalho assistencial de Tabita, também chamada de Dorcas (Atos 9:36-43). Destaque para Gálatas 3:28, sobre a ação desejada na igreja.

O crescimento das Assembleias de Deus no Brasil e Amapá mostra um decréscimo no movimento pentecostal em termos gerais, baseado em dados do IBGE. O texto analisa a história e cita aspectos que favoreceram o avivamento no primeiro momento da chegada dos pentecostais. Estão relacionados à valorização dos marginalizados (pobres, negros, índios, ribeirinhos, analfabetos) e, principalmente, em entrega a um propósito de vida que para muitos não parece mais novidade hoje. Penso em frieza espiritual quando o evangelho parece encoberto em seu valor aos olhos de uma sociedade que procura enquadrá-lo a seus interesses e não ao real objetivo de viver em comunhão com Deus.

O livro tem esses e outros aspectos muito interessantes para reflexão e discussões no estudo da trajetória da Igreja Assembleia de Deus no Amapá.
Com exceção de alguns pontos na organização e layout que não curti, a obra é preciosa e fundamental para estudantes, historiadores e teólogos que queiram enriquecer suas pesquisas sobre o Amapá.

Mais informações sobre a história centenária da Assembleia de Deus no Amapá em:

quarta-feira, 22 de março de 2017

Compêndio de Curiosidades Bíblicas (Gesiel Oliveira)

"Este livro foi desenvolvido por se perceber carência no tema. O escopo primordial é dar subsídios aos leitores em síntese breve, mas objetiva, de assuntos de interesse bíblico, desmistificando e elucidando dúvidas frequentes ao estudante da Bíblia, além de descortinar curiosidades sobre assuntos seculares conexos. A aplicação é abrangente, servindo de imprescindível suplemento para professores e alunos de Escola Bíblica Dominical, obreiros em geral, aspirantes ao ministério, estudantes de teologia, pregadores, mestres, enfim, a todos que tiverem interesse e curiosidade sobre assuntos pertinentes à Bíblia. Espero que o leitor possa aproveitar da melhor maneira possível o conteúdo e que possa ampliar seus conhecimentos a respeito das Sagradas Escrituras."
(Pr Gesiel Oliveira - Autor)

Informações do livro: 
Título: Compêndio de Curiosidades Bíblicas - Desvendando as entrelinhas da Bíblia
Autor: Gesiel de Souza Oliveira
Editora: Gráfica & Editora Brasil Ltda (E-book)
Páginas: 90
Ano de publicação: 2011
Tema: Curiosidades bíblicas


Uma forma divertida, envolvente e curiosa de conhecer as Sagradas Escrituras. Basicamente, é um livro com perguntas e saberes, inusitados e importantes, onde o leitor descobre aspectos diversos e surpreendentes. Alguns são amenidades (maior ou menor versículo, total de capítulos ou versículos, o capítulo do meio da Bíblia, etc e tal), outros abrangem a geografia bíblica, contexto de época, particularidades não conhecidas de várias personagens, visão sobre livros apócrifos, cultura judaica e algumas brincadeiras ingênuas (tipo assim, que capital brasileira tem o nome citado na Bíblia? Fácil, Fácil! Opa! Se é para brincar, será que o autor conhece aquela pegadinha sobre a mulher na Bíblia que criou Asa e não voou? Ops! Na forma escrita não dá para disfarçar muito a questão...).
Falando sério, curti o livro, principalmente na valorização ao contexto de época, que proporciona curiosas histórias. 
A organização é em perguntas e respostas com as respectivas passagens bíblicas registradas, totalizando 566 questões. Uma que muito me chamou a atenção foi a correlação que o autor fez das chamadas 10 pragas do Egito com a mitologia naquele contexto. Sensacional a abordagem, que nunca tinha visto. Mas também senti falta de algo nas curiosidades bíblicas: sobre os irmãos de Jesus, que tem citações diversas nos evangelhos e epístolas, iniciando com aquela de Jesus ser o filho unigênito do Pai (João 3:16) e o primogênito de Maria (Lucas 2:7).
Enfim, um livro bem sugestivo para leitura no celular, capaz de divertir, edificar, surpreender e trazer um conhecimento muito legal.
 

GESIEL OLIVEIRA é amapaense, professor, teólogo, escritor, palestrante e pastor na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Macapá.

A quem interessar, o autor disponibilizou o download no seguinte link 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

O centenário da chegada dos evangélicos no Amapá: 1917 - 2017 (Besaliel Rodrigues, 2017)

Olá, gente boa! Estou divulgando mais uma obra histórica sobre a chegada dos evangélicos no Amapá, centenária esse ano. Veja aí algumas considerações.

Informações do livro: 
Título: O centenário da chegada dos evangélicos no Amapá: 1917-2017
Autor: Besaliel Rodrigues 
Editora: Edições da Amazônia
Páginas: 44
Ano de publicação: 2017
Tema: Pentecostalismo - Cristianismo - História - Assembleia de Deus - Amapá



Conforme termo referenciado no prefácio e apresentações que acompanhei, é um opúsculo introdutório às publicações em comemoração ao centenário da chegada dos evangélicos no Amapá.
A obra é sucinta, tem menos de 50 páginas e foi lançada oficialmente em 24/01/2017, em culto no templo central da Assembleia de Deus A Pioneira em Macapá. As informações tratam da representatividade, contexto de época, inspirações e origens do movimento pentecostal até chegar ao Amapá. Vemos o resgate histórico do pentecostalismo em seu significado na cultura judaica, analisando-se também a percepção correlacionada que passou a ter no início da igreja cristã. Destaque para o movimento pentecostal nos Estados Unidos no século XX, que inspirou a formação da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, como congregação em 1911.
Esse olhar é interessante para perceber as motivações que trouxeram os evangélicos ao Amapá, iniciando nessa terra uma obra importante e valorosa que comemora agora seu centenário. 
O autor tece considerações sobre o movimento pentecostal que chamam a atenção. Segundo a análise, o termo pentecostes remete à cultura judaica e talvez não seja o mais apropriado para definir o derramamento do Espírito Santo relatado na formação da igreja no livro de Atos dos Apóstolos. O termo se associou por estar sendo celebrado naquele momento a Festa do Pentecostes Judaico, comemorada cinquenta dias após a Páscoa. A observação é de tentar facilitar o entendimento ao leitor do significado pentecostal, porém, faltou uma ênfase ao que seria mais adequado em termos de nomenclatura. 
Página 44
Gostei especialmente do capítulo 9, que descreve a chegada do missionário Clímaco em Macapá com detalhes que não conhecia. Descoberta interessante saber da conversão e apoio que recebeu do morador local Fausto, o primeiro evangélico da terra. A questão da rejeição ao missionário e prisão arbitrária que sofreu também é investigada em um contexto social e jurídico que existiu entre as constituições de 1824 e 1891, que ainda influenciava a sociedade. 
Outro ponto de destaque é a linha do tempo com a história centenária da Assembleia de Deus. Acredito que ainda está em pesquisa e enriquecimento, podendo ser ampliada ou feita alguma correção, como talvez a data precisa da queda do primeiro templo da igreja.  
Por essas e outras é uma obra valorosa, principalmente pelo déficit de material no tema.
(Registro no SKOOB, em 10/02/17)


A seguir, duas datas que separei da linha do tempo
 do centenário da Igreja Assembleia de Deus em Macapá:
             1922 a 1940 
- O período foi um dos mais difíceis para a nascente Igreja em nossa cidade; vários fatos impediam obreiros de fixarem residência para a assistência ao trabalho. A obra estava sob jurisdição da AD de Belém-PA, que de tempos em tempos enviava missionários ou pastores para visitá-la. 
- A Igreja não tinha templo, funcionava nas casas.

            1941 a 1944 
- Até o início da década de 1940, vários pastores por aqui vieram cuidar da pequeninha igreja que em Macapá funcionava, mas nenhum fixou residência. O primeiro fixo foi o Pastor Flávio Monteiro. Nesse período construíram a primeira congregação (de madeira) e a casa pastoral (atrás). Os bancos para sentar eram sem encosto e a iluminação era a antiga lamparina, tudo na maior simplicidade. Mesmo nesse ambiente, Deus enchia a todos com o Espírito Santo.
- Os pastores, muitas vezes, para complementar suas humildes despesas do dia a dia, faziam carvão (nos terrenos mais distantes) e farinha (ao lado da pequena congregação) para posteriormente venderem por preço irrisório e assim complementarem suas despesas. Mas tudo valeu a pena!
Disponível para consultas na Biblioteca Ambiental da SEMA.